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Final de turno: O que esperar nos playoffs da Superliga Feminina

Entre idas e vindas a Superliga se encaminha para a fase final o que se sabe que a semifinal será disputadíssima.

Foto: Reprodução

Entre idas e vindas a Superliga se encaminha para a fase final o que se sabe que a semifinal será disputadíssima.

Até o momento não dá para cravar quem será os semifinalistas mas Minas, Praia Clube, Sesi Bauru, Osasco e Sesc Flamengo estão na briga.

O Minas de Thaísa, Macris e companhia como se diz está com a faca e o que queijo na mão é o time mais redondo até o momento da gosto de ver o Clube mineiro jogar, além de ter a vantagem de jogar duas partidas em casa a equipe terá a vantagem de pegar o oitavo colocado o que deve facilitar a classificação. O crescimento do Itambé é nítido ao nível que as estrangeiras também evoluem. A americana Hodge sempre foi uma grande jogadora, mas sofreu com lesões em toda sua carreira, gerou muita dúvida quando foi anunciada. Porém depois de todos esses meses ela mostra que está 100% recuperada e está mostrando que o Minas Tênis Clube acertou em apostar nela. Agora Cuttino parece que finalmente se firmou e está correspondendo na bola ela tem feito excelentes jogos e sendo destaque. Sem titubear pôde-se afirmar que o Minas é o time a ser batido.

Agora iremos falar do outro mineiro o Praia Clube, como se sabe é o maior investimento do Brasil tem um excelente elenco recheado de estrelas da seleção brasileira e de estrangeiras, o time de Uberlândia tem jogado muito bem é alegre dentro de quadra, porém em decisões o Dentil tem sempre batido na trave. Não dá pra entender o que falta ao Praia o time vive tendo resultados inesperados, o clube foi montando para ganhar títulos mas sempre esbarra no poderoso Minas. O que se espera é uma final café com leite qualquer coisa diferente disso será considerado zebra. O Praia tem time para ser campeão da Superliga e só depende dele.

Citamos acima os dois mineiros agora falaremos dos times paulistas, o Osasco fez um primeiro turno maravilhoso arrisco a dizer que a equipe atingiu o ápice da forma física cedo de mais. As meninas do Luiz vem de resultados atípicos nesse segundo turno, tem tido altos e baixos. Apesar disso, não dá para descartar elas da briga pelo título, a grande virada de Osasco nessa temporada foi a recuperação da levantadora Roberta, a volta da oposta Tandara e contratação da ponteira Gabi Candidato, vimos que o clube pode ganhar do poderoso Minas, mas também pode perder para o valente Brasília, não dá para cravar até onde o São Cristóvão/ Osasco pode chegar.

O Sesi Bauru é o time que a gente sempre tem um pé atrás, tem um elenco estrelado com excelentes peças, mas peca muito nos momentos decisivos, pensando em quartas de final se nada mudar Sesi terá o confronto mais difícil dos outros acima citados, pegará o Sesc Flamengo. A equipe do técnico Rubinho buscou a búlgara Dobi no meio da temporada para estabilizar a recepção que sempre foi o calcanhar de Aquiles do elenco o que se espera que ela corresponda e o grupo suba de produção. O Bauru tem ótimas jogadoras mais uma em especial pode levar o Bauru longe e essa jogadora e a Polina, a oposta da seleção do Azerbaijão tem carregado o time nas costas apesar de nitidamente ter dificuldade de jogar com a Dani Lins. A levantadora reserva Carol Leite em suas poucas oportunidades entrou e jogou bem a oposta e as centrais, fica de olho Rubinho, numa competição tão acirrada como a Superliga não se pode perder nos detalhes as melhores peças devem estar em quadra a central Fe Ísis, por exemplo não pode ser banco para a Mara. O que realmente esperamos do Sesi é que nos surpreenda e deixe o status de pequeno e se torne grande.

Por fim, o Sesc Flamengo do renomado Bernardinho, nitidamente é o elenco mais modesto dos citados acima e está abaixo dos demais. O elenco carioca tem sofrido desde o começo da temporada com lesões, surtos de COVID e vários problemas internos. o ex-técnico na seleção masculina tem apostado todas as fichas na jovem Ana Cristina o que tem feito ela crescer e amadurecer, mas o Flamengo pela tradição de ter sempre um time de operárias não pode depender de uma só jogadora as demais tem que ajudar. A equipe dessa temporada parece que ainda não se e encaixou em quadra, Lorenne ainda não é confiável, Amanda não faz uma boa temporada, e as levantadoras Fabíola e Juma sofrem com a falta de passe e de uma oposta efetiva, Lorenne precisa variar mais seus golpes ela em vários momentos insiste na diagonal e sempre é defendida, como ela não roda acaba sobrecarregando Ana Cristina na ponta, o time do Sesc tem margem para crescer, mas Bernardo vai bater cabeça. A tradição, a camisa e o técnico credencia o time a ser candidato a brigar pelo título, já vimos esse clube virar a mesa inúmeras vezes, mas o grupo precisa acordar, a comissão tem que enxergar que algumas peças não estão no lugar certo.

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